Artigo de opinião por Bárbara Alves
Publicado por Mariana Freire
“Ser jovem e não ser revolucionário é uma contradição genética” Che Guevara
Os jovens, ao longo da história, têm obtido protagonismo em episódios de revolução. Suas contribuições alcançam a contemporaneidade como marcos de efervescência revolucionária. Eles possuem a capacidade de absorver, reinterpretar e reinventar as tradições culturais, garantindo que estas permaneçam vivas e vibrantes para as gerações futuras. Isso demonstra que ainda persiste, em alguns cidadãos, o anseio pelo progresso que, muitas vezes, não diz respeito a dar novos passos, mas sim a olhar para trás, resgatando histórias e valores encobertos pela cortina do tempo.
Mas o que acontece quando eles (os jovens) se calam? Quais são as consequências da omissão do potencial da juventude diante das necessidades globais? De quem será a voz que se erguerá em favor daqueles que são silenciados pelas instabilidades políticas e sociais? O mundo aguarda pelas respostas, solução que vêm em forma de gente, de carne e osso, com o coração pulsando forte, olhos que enxergam com humanidade e uma mente em constante busca pelo conhecimento, pois o conhecimento é, por si só, uma forma de revolução.
É necessário que se disponham aqueles que acreditam em seu poder de fazer a diferença. Urge o posicionamento dos remanescentes, aqueles que ainda têm a capacidade de olhar para o outro em um mundo em que tudo gira em torno de si, que conseguem aprender com o passado, mesmo quando ele parece ter sido esquecido ou relegado. Na era do individualismo, a cultura torna-se uma válvula de escape: afinal, é ela quem promove a unidade, quem motiva a resistência e quem dá palco às estrelas dos tempos modernos, os jovens.
Nesse contexto, se faz fundamental o papel desses indivíduos na construção da história, pois revolucionar também diz respeito à continuação. Promover o envolvimento dessa comunidade com a literatura, a cultura popular, o choro (gênero musical brasileiro), as danças tradicionais e, até mesmo, incentivar a valorização dos saberes populares é exercer com maestria a função de quem está no auge da juventude. Afinal, ser jovem e não ser revolucionário é uma contradição genética.
O novo roubo no Louvre choca o mundo e reabre o debate sobre segurança em…
As mudanças climáticas que assombram Belém. Noticia feita por Melissa Lustosa Publicado por Valentina Resende…
Um sopro de vida Resenha por Maria Eduarda Azevedo Publicado por Júlia Aucélio Livro Um…
A intencionalidade de “A Sociedade dos Poetas mortos resenha por isadora macario publicado por alicia…
Demanda por enfermeiros cresce no Brasil e amplia oportunidades na educação e na carreira Notícia…
Como Ramon Dino conquistou o título Classic Physique do Mr. Olympia 2025 Reportagem por Arthur…
Utilizamos cookies
Entenda como utilizamos