Notícia / Por Ariel Schneider em 27 de junho de 2022
A população mundial, atualmente, passa por um momento de muita tensão: a pandemia do novo coronavírus. Desde março de 2020, cientistas de todo o mundo têm se esforçado para produzir uma vacina que seja capaz de conter esse vírus de forma eficaz.
O desenvolvimento de vacinas leva tempo, seja a vacina de uma simples gripe até algo mais crítico, como o vírus da Ebola e o da Covid-19. As pesquisas para a fabricação do imunizante tiveram rápido avanço, iniciando-se, em agosto de 2020, os primeiros testes em humanos. Um ano depois, a vacina já estava pronta para produção em escala industrial. Esse foi um tempo recorde para a fabricação de uma vacina, mas alguns médicos e cientistas ainda receavam quanto à eficácia dela, por causa de novas cepas que surgiram.
Enquanto a produção dos imunizantes aumentava rapidamente, a quantidade de novas mutações do vírus também aumentava. De acordo com a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) existem 100 cepas circulando no Brasil, uma mais violenta que a outra.
No Brasil, 668 mil pessoas já morreram pela covid ou pelas complicações causadas por ela. Por isso, é de extrema importância a vacinação de toda população para a imunização contra o coronavírus.
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