Notícia por Brunna Alencar em 22 de março de 2025
Publicado por Giovanna Bernardes
Comitê: UA- OUA (Guerra da Ruanda)
A quinta sessão teve início com um momento de tensão, causado pela falta de decoro de duas delegadas, o que gerou irritação na delegada de Ruanda. Durante os discursos, a delegada da Guiné, Luiza Modesto, afirmou que seu país está disposto a receberrefugiados. Já a delegada do Chade, Beatriz Negrão, declarou que fornecerá apoio dentro de suas possibilidades, visando evitar um conflito generalizado na África. A delegação da Guiné destacou a necessidade de assistência médica para os países que se voluntariam a abrigar refugiados. A delegada de Ruanda reforçou a importância de manter o foco na situação dos refugiados para concluir a discussão sobre o tópico da proposta de resolução.Além disso, solicitou maior apoio às mulheres e crianças refugiadas e sugeriu a criação de programas de retorno voluntário.
A delegação de Ruanda afirmou que o delegado José Luis Buratto, representante do Zimbábue, feriu os sentimentos do país ao abordar o tópico 3, que trata dos impactos humanitários. Também declarou que os militares responsáveis pela morte de Juvénal Habyarimana teriam sido treinados em Uganda. Durante o debate, a delegada de Ruanda manifestou incômodo com os discursos da delegada da Guiné, alegando que esta expunha sua opinião reiteradamente. Por outro lado, a delegação da Guiné expressou preocupação com o tempo disponível e demonstrou urgência na aprovação da proposta de resolução. A delegada do Chade discordou, argumentando que quase todos os tópicos já haviam sido debatidos e que o tempo era suficiente.
Uma nova crise foi apresentada durante a sessão. Enquanto a delegada de Ruanda discursava, diversos delegados riram e responsabilizaram o próprio país pelos problemas enfrentados. Durante o debate aberto, os certificados foram entregues, e os delegados discutiram a segunda crise. A delegada da Guiné defendeu a criação imediata de um corredor humanitário e reafirmou o compromisso da República da Guiné em oferecer ajuda aos refugiados, mesmo com recursos limitados. Além disso, destacou a necessidade de vacinas, antibióticos e tratamentos para os sintomas das doenças enfrentadas pelos refugiados.
A delegada Maria Eduarda Coimbra, representante de Cabo Verde, declarou que seu país está disposto a acolher refugiados e garantir segurança para aqueles que desejam reconstruir suas vidas. A delegada de Ruanda expressou gratidão às nações que se voluntariaram a prestar assistência e anunciou o envio do documento final para votação. A proposta de resolução da crise foi lida e aprovada pelo comitê. Por fim, a delegada Manuella Brasil, representante de Ruanda, solicitou uma moção para a leitura e votação da proposta de resolução final. Após a votação, a proposta foi aprovada, marcando o encerramento oficial do comitê.
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