Louvre é alvo de novo roubo e revive passado de furtos icônicos
Publicado por Lucas Bispo

O Museu do Louvre, em Paris, um dos mais famosos e visitados do mundo.
No domingo do dia 19 de Outubro, o renomado e mais visitado museu do mundo, Louvre, foi assaltado e criminosos levaram oito itens “de valor inestimável” em poucos minutos. A ação chocou a França e o resto do mundo, já que o crime aconteceu na luz do dia em pleno horário de visitação.
Segundo as autoridades francesas, foram roubados brincos, colares, broches e uma tiara, todas do século 19 e que pertenceram à coroa francesa, adornadas com diamantes e pedras preciosas.
Mas este não foi o primeiro assalto ao Louvre, nem a outro museu no mundo, vamos relembrar os casos mais conhecidos.
Em 21 de Agosto de 1911, a protagonista de Leonardo Da Vinci, Mona Lisa, foi roubada por um funcionário do museu do Louvre, que a manteve com ele por dois anos antes de ser achado. Antes do roubo, a Mona Lisa não era famosa além do âmbito dos historiadores do ramo, e demorou vinte oito horas até que alguém reparasse seu sumiço. Após a descoberta do roubo, a arte se tornou uma sensação da mídia e continua sendo até hoje.
Em segundo lugar, considerado o maior roubo da história dos Estados Unidos, o roubo no museu Isabella Stewart Gardner não foi solucionado mesmo 35 anos depois. Na madrugada de 18 de março de 1990, dois assaltantes disfarçados de policiais levaram 13 obras de artes do museu avaliadas em 500 milhões de dólares. O testamento de Isabella Stewart não permite a reorganização das obras de arte do museu, então hoje em dia,ao visitar o museu, os visitantes podem ver os espaços vazios onde as obras estavam.
Mais uma vez, em 2006, o Guinness World Records concedeu ao Retrato de Jacob de Gheyn III, de Rembrandt , o título de “Pintura Mais Roubada” e a pintura recebeu o apelido de “Rembrandt para Viagem”, após ter sido roubada quatro vezes nos últimos 53 anos. Após o primeiro roubo em 1966, ocorreram mais três furtos em 1973, 1981 e 1983. A pintura foi encontrada em um bagageiro, na garupa de uma bicicleta e debaixo de um banco em um cemitério.
Se a Mona Lisa é a obra de arte roubada mais icônica, O Grito, de Edvard Munch , vem logo em segundo lugar. Em 12 de fevereiro de 1994, dois ladrões roubaram a obra na Galeria Nacional da Noruega e deixaram um bilhete que dizia: “Mil agradecimentos pela péssima segurança!”. Felizmente, a pintura foi recuperada três meses depois.
