Reportagem

Impasses e tensões no debate sobre o Oriente Médio

Impasses e tensões no debate sobre o Oriente Médio

Reportagem por Vitor Davi


Revisado por Mariana Amaral

Publicado por Mariana Mota Lopes

A terceira sessão inicia-se com uma mudança na presidência do embate, com a Líbia controlando a sessão. Os países chegaram a um acordo geral na ONU (Organização das Nações Unidas)  em reconhecer o Hamas como terroristas. Ao falar do tópico, o delegado francês responsável por tal acordo, reconhece Israel ao mesmo nível de Hamas, pelos bombardeios em Gaza. A representante russa aponta que deveria combater o grupo terrorista e Israel com a mesma força militar, pois ambos representam perigo ao Oriente Médio. Com apenas a delegada polonesa apresentando uma maior preocupação e arrecadação para os médio-orientais.

 A delegada Amanda, representante de Israel, afirma que o grupo do Hamas estaria usando “escudos humanos” e que estaria apenas se defendendo de tais terroristas que representam perigo à defesa israelense. Em seguida, o delegado britânico aponta que a força de Israel é desproporcional e deveria haver um acompanhamento militar para controlar ataques desenfreados.O delgado Equatoriano discorda da afirmação do Reino Unido, e aponta que qualquer destruição aos grupos terroristas deverá ser realizada.

O representante da China acusa Israel de sabotar hospitais locais, afirmando que está negociando um acordo, porém jamais concordará com Israel e que tal acordo só irá acontecer quando houver um basta em tais mortes. O representante Estado-Unidense incrimina a ONU pela não fiscalização em território palestino e que repudia considerar os bombardeios em Gaza como genocídio,causando revolta ao delegado francês. Afirmando que o partido norte-americano não tem embasamento, gerando confusão e uma pausa no debate.

Depois de um breve interrompimento, o delegado da Alemanha, aponta que o Irã banca o território na Faixa de Gaza e que deveria haver um controle de sua verba, se caso não o respeitasse, faria um bloqueio naval nas áreas palestinas. Essa resolução pacífica causou revolta ao delegado equatoriano, afirmando que algo deveria ser feito o mais rápido possível, pois as mortes estão sofrendo um aumento em 463%. Em contrapartida, a representante argelina apoia uma solução de maior tempo necessitado, separando a Palestina do Hamas, em seguida a Líbia afirma o não reconhecimento do grupo terrorista por parte da Palestina. Ao final da sessão, o representante da Síria, acusa os Estados Unidos de proclamarem um acordo que apenas traz malefícios para Israel, enquanto Palestina sairia impune, se tratando de uma hipocrisia em sua visão. 

Estados Unidos e China acusam os organizadores, de uma falta de organização e pedem ordem dos oradores (Líbia e Líbano), apontando que está inviável a resolução nessa seção. Propondo uma solução fora da sessão.

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