Publicado por Ana Letícia
A série do Universo Cinematográfico Marvel, Cavaleiro da Lua, é o mais novo sucesso da plataforma de streaming Disney+. Criada por Jeremy Slater e estrelada por Oscar Isaac, a produção já conta com 87% de aprovação no site de avaliações “Rotten Tomatoes”, se tornando um dos maiores sucessos recentes, sem ao menos ter lançado seu último episódio (que estará disponível dia 04 de maio para o público).
A obra, aclamada pela crítica, conta a história de Steven Grant, o gentil e amável funcionário de uma loja de presentes que sofre de um distúrbio do sono. A trama começa quando Steven acorda em um lugar completamente desconhecido e é perseguido por pessoas que queriam matá-lo, ouvindo uma voz igual a sua com um sotaque norte-americano e, por isso, acabou passando por situações ligeiramente esquisitas no prédio onde morava – sofrendo vários apagões durante o processo. Após todos esses acontecimentos, a personagem conhece Marc Spector: uma persona que divide o mesmo corpo que o seu e é o Avatar (representação humana de um deus que pode ter poderes providos por ele) e o “real” Cavaleiro da Lua do deus egípcio Khonshu (deus da Lua, que jura vingança em forma de justiça contra àqueles que fizerem mal aos viajantes da noite).
Com o passar da narrativa, a situação das personagens se contrapõe à de Arthur Harrow (Ethan Hawke) que tem como objetivo trazer de volta a deusa Ammit (que fazia justiça através da balança de Ma’at, comendo o coração daqueles que, no passado, presente ou futuro, teriam cometido algo não virtuoso), assim, evitando que mais atrocidades sejam cometidas no mundo, já que, se a deusa encontrar um ato errado na vida do indivíduo, o mataria. Além disso, o desenrolar da trama também traz uma controvérsia entre Steven e Marc, causando uma diversidade de plot twists e teorias em relação ao universo do qual fazem parte.
É inegável a impecabilidade que a série apresenta, tanto no roteiro, quanto nos efeitos audiovisuais e elenco. Dando uma importância maior a atuação de Oscar Isaac (que, de fato, merece um Oscar), a dualidade mostrada em seus personagens foi extremamente bem interpretada e que demonstra uma importância extrema para a série: a forma como dá vida a duas personas, que apesar de comporem o mesmo corpo, são completamente diferentes. Já o roteiro, até o momento, não apresentou nenhum furo, e se comporta de forma incrível em relação as outras histórias já apresentadas pela Marvel e, apesar de todas as adaptações necessárias, respeitosa com a cultura egípcia. Na questão do audiovisual, é indescritível a sensação passada quando o deus da Lua, Khonshu, profere a mais simples das falas, e a cena em que ele e Steven “giram” o céu para que chegue nas constelações antigas.
Por fim, é imensamente recomendável que todos (não só os ‘nerds’ de plantão) assistam a série, com restrição apenas aos menores de 14 anos, no Brasil, por abordar assuntos sensíveis e violência explícita, além de ter um caráter mais sombrio do que o usual do UCM. Apesar desses fatores, existe na série uma boa pitada de humor – o que a deixa mais divertida de assistir, sendo, assim, uma boa experiência para a audiência.
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