Depois da criação do real em 1994, a moeda brasileira nunca teve tão desvalorizada. Com a agitações, nos ministérios e na presidência, a economia sofreu.
Sexta feira (24/4), o mercado de câmbio brasileiro passou por uma grande agitação. Com o dólar subindo para seu recorde histórico, cerca de 5,75 reais, é a maior alta semanal depois da crise mundial de setembro de 2008, porém, nessa mesma data, à moeda americana chegou a 1,67 real. Em uma semana, marcada por muitas reviravoltas políticas, o mercado financeiro teve um reação agitada.
Nesse mês de abril, o dólar subiu 9,12%, e 41,25% em 2020. O real liderou as perdas globais, e se mantém o pior desempenho no ano.
Após a demissão do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, o mercado financeiro sofreu grandes preocupações, com suas declarações fortes e inéditas, afetando também diretamente o ministro da Economia, Paulo Guedes. O mercado se dá muito pelo reflexo de atitudes e falas de grandes personalidades, e com as declarações, Sérgio Moro mexeu no futuro da economia. É fato que a política tem gerado uma grande inquietação no mercado.
Contudo, com a piora do humor nos mercados globais, a moeda americana se valorizou frente à maioria das moedas do mundo. Entre as principais divisas emergentes, como o peso mexicano, o rublo russo, a lira turca, o rand sul-africano e a rúpia indiana, todas perderam valor em relação ao dólar. Além do real, moedas fortes, como o euro e a libra esterlina, também se desvalorizam.
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