Publicado por Luana Crespo
O deputado João Zabulon (PT), presidente da quarta sessão, iniciou os trabalhos e conduziu a votação do projeto de lei n°16, que foi aprovado. A deputada Jade Espíndola, do MDB, afirmou que a terapia era essencial na reabilitação dos presos, uma vez que ajudava na inserção ao mercado de trabalho e na ressocialização. O deputado Amon Nascimento, do mesmo partido, perguntou sobre o local em que os presidiários receberiam o auxílio psicológico discutido na sessão anterior. A deputada Jade Espíndola respondeu, afirmando que acreditava que seria dentro da penitenciária.
O secretário da sessão convocou todas as lideranças de cada partido para uma conversa em particular fora da sala. Assim que retornaram, a crise foi anunciada: os deputados teriam 25 minutos para resolver. A crise dizia respeito à situação em Pedrinhas (MA), após a realocação de presos de facções rivais, o que resultou em uma rebelião. O governo estava paralisado com medo do agravamento da situação. A Comissão de Cidadania e Justiça (CCJC) deveria cuidar de garantir a proteção dos direitos humanos e propor protocolos humanitários. O deputado Rafael Melo afirmou que não adiantava colocar policiais civis para ajudar, pois seriam trucidados, dando a entender que eram fracos.
O deputado Rafael Thompson declarou que o emprego da polícia não era diplomático, que eles iam para matar, não para negociar. Afirmou também que era uma figura importante para todo o Brasil e que desejava se enviar para o presídio para negociar com os presos: “Se for pra morrer, vou morrer em serviço ao Brasil”. Como consequência, o deputado foi censurado durante 5 minutos.
A deputada Maria Clara afirmou: “Se ele ( Rafael Thompson) for morto pelos presos, eu irei lá também”, e riu. O deputado Amon Nascimento reforçou a ideia de que não é compatível colocar a polícia e o deputado Rafael Thompson para irem juntos ao presídio. Esse rebateu que os presos o respeitam por ser a favor dos direitos dos presidiários.
O deputado Rafael Thompson insistiu em seu posicionamento e reiterou seu envio ao presídio, afirmando que seria respeitado e mais ouvido que os policiais. Disse, ainda, que não era inimigo de ninguém, mas uma figura diplomática. “Se for morto, sairei da vida e entrarei para a história”, afirmou o deputado, reproduzindo as palavras do ex-presidente brasileiro Getúlio Vargas. Após esse episódio, os líderes, que foram cedidos do outro comitê, foram liberados e voltaram para seus respectivos. Com isso, o deputado Rafael Thompson não conseguiu permanecer em seu posicionamento.
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