SOCHUM apresenta interesse no inicio de abertura pra novas negociações.
Autor: Danniel Zveiter
Revisado por: Rafael Wittler
Publicado por: Laura Montenegro

No início da reunião, a delegação dos Estados Unidos da América demonstraram interesse em iniciar uma abertura para novas negociações e para a criação de um modelo de resolução alternativo ao referendo, em razão da resistência de países do Oriente Médio. Contudo, ressaltaram que não aceitariam a continuidade da repressão a minorias nos países da região.
Já a turca reafirmou que a criação de um Estado Curdo é inviável, defendendo que a solução passe por medidas legais, maior integração política dos curdos e reconhecimento de sua língua e cultura.
O Iraque e os Estados Unidos chegaram a um consenso quanto à integração dos curdos ao território iraquiano, com a possibilidade de cessão de áreas. Em paralelo, Irã e Estados Unidos divergiram quanto à integração econômica, social, política e cultural dos curdos, com críticas mútuas sobre a condução desse processo.
O Chile, por sua vez, destacou a posição do Japão favorável à criação de um Estado Curdo, independentemente da soberania territorial, e relembrou o caso de Israel, apontando os riscos de conflitos semelhantes. A Índia propôs a elaboração de um documento conjunto, com participação de todos os delegados, para promover maior integração em nível internacional.
A Síria, após negociações com o Reino Unido — que sugeriu a aceitação de um referendo e a cessão de territórios —, recusou a proposta, mantendo sua posição.
O vazamento de telegramas revelou que o Irã teria financiado grupos curdos para atacar a Turquia, enquanto os Estados Unidos já tinham conhecimento dessas ações e as omitiram. A revelação gerou forte indignação entre os países.
Diante disso, os Estados Unidos solicitaram o adiamento da reunião para aprofundar as discussões, o que desencadeou críticas e acusações de que Irã e Estados Unidos agiram de forma desumana e motivada por interesses próprios.
Por fim, a Turquia confrontou ambos os países pelos ataques e omissões. O Irã alegou envolvimento parcial e surpresa, sendo acusado de hipocrisia pela Turquia. O Reino Unido propôs intervenção da ONU em defesa das minorias, enquanto os Estados Unidos sugeriram a elaboração de um acordo conjunto com Turquia e Irã para uma solução pacífica. A Itália, por sua vez, destacou a necessidade de medidas voltadas aos imigrantes afetados pelo conflito.
