É dado fim ao comitê de crise dos mísseis pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU)
Matéria por: Marina Contaifer
Revisado por: Giulia Vaz
Publicado por: Maria Carolina Viana Noleto

Inicia-se a última sessão do Conselho de Segurança das Nações Unidas de forma pacífica. O representante da União Soviética, Davi Natividade, declara apoio aos interesses estadunidenses e afirma que tiveram diálogos externos antecedentes ao início da sessão. Rafael Thomson, delegado da delegação brasileira, reforça a necessidade de tratar-se de embargos econômicos e o comércio de Cuba. Desde então, diversas nações se tornam mais ativamente imersas no debate e surgem contradições por parte das principais potências envolvidas, principalmente Cuba.
Os discursos dos docentes são pautados, principalmente, em críticas aos documentos de propostas finais para o fim da crise discutida. Após diversas divergências, são concedidas duas moções para que se possa chegar a uma conclusão geral e multilateral entre as delegações. A delegada Nanda Cortese, representante da delegação cubana, durante a moção, questiona o monopólio das propostas redigidas.
O tempo de assembleia se aproxima do fim e nenhuma decisão é tomada. Após questionamentos acerca da união entre Estados Unidos e União Soviética, a delegada dos EUA retrucou, afirmando que jamais chamará a URSS de “melhor amiga”, mas abre mão de suas ideologias para que assim, seja possível alcançar a paz mundial, objetivo central da Organização das Nações Unidas (ONU). A delegação da Índia ironiza a fala dos Estados Unidos: “que paz é essa?”, questiona o delegado representante.
Com muitas discussões, é dado fim à reunião de adoção e o início da leitura dos documentos de propostas para o fim da crise. Nanda Cortese inicia a leitura da primeira proposta juntamente ao delegado da Coreia do Norte. Esta,por sua vez, é aprovada, dando assim, o fim à assembleia.
