Artigo de opinião por Ana Belle Silva Ramos
Publicado por Pedro Henrique Garcia Eleuterio
A música transcendental de Kate Bush. Catherine Bush nasceu em 30 de julho de 1958, em Bexleyheath, Kent, na Inglaterra. Aos 16 anos, Kate Bush foi descoberta por David Gilmour, guitarrista da banda Pink Floyd, que ajudou no financiamento de sua primeira gravação. Assim, ela lançou seu primeiro single,
“Wuthering Heights”, em 1978, baseado no ilustre romance gótico “O Morro dos Ventos Uivantes”, da também britânica Emily Brontë. O single, que fez grande sucesso, ainda é considerado brilhante, permanecendo como uma das músicas mais famosas e mundialmente difundidas da cantora. Ao longo de sua carreira, Kate Bush lançou vários álbuns aclamados pela crítica, como “The Kick Inside” (1978), “Hounds of Love” (1985) e “The Sensual World” (1989).
A música de Bush mistura elementos do rock, pop, música clássica, alternativo e folk. Suas letras abordam temas tipicamente introspectivos, como em “Army of Dreamers” (1980), uma música na qual critica a guerra e suas consequências para as massas, na visão de uma mãe que perdeu seu filho no conflito. Assim, evidenciam-se sentimentos como a dor da perda, o egoísmo e a futilidade da guerra, mostrando-a como uma compositora exemplar capaz de transmitir grande profundidade lírica.
Portanto, é esperado que a cantora tenha uma teia de influência inimaginável, influenciando grandes nomes da música como Björk, Tori Amos, Florence Welch, Fiona Apple e Lorde. Entretanto, a influência de Kate Bush transcende artistas individuais, abrangendo diversas áreas da cultura pop. Bush pavimentou o caminho para que futuras gerações de músicos pudessem experimentar e se expressar com liberdade e de maneiras não convencionais. Suas inovações artísticas redefiniram o papel das artistas femininas.
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