Noticia por Maria Eduarda Abramides em 23 de agosto de 2024
Publicado por Pedro henrique Garcia Eleuterio
A segunda sessão do STF (Supremo Tribunal Federal) acerca da união estável de pessoas do mesmo sexo começou com um grande déficit, isto é, mais da metade da bancada está vazia; advogados e ministros não estão presentes na segunda sessão. Dessa forma, é perceptível um grande problema, tendo em vista que o trabalho efetivo é aquele realizado pela maioria presente.
Alguns advogados usam discurso para fazer piadas e debochar, como se estivessem em uma brincadeira. Após o ocorrido, o Secretário deixa claro que todos que faltaram serão punidos devido à falta de respeito, e faz chamada para confirmar os nomes. Nesse momento de descontração, há muito barulho e tumulto no tribunal, o secretário controlou a situação e a discussão retornou. Com isso, a advogada Mariana Mota, da CNBB (Confederação Nacional de Bispos do Brasil), exprimiu que não há erros na Constituição.
Após a discussão, o Ministro propõe uma emenda que aprove a união, porém o advogado Eduardo, da CNBB (Confederação Nacional de Bispos do Brasil), afirma estar representado a maior parte da população, que é católica, e que seus argumentos são baseados na Igreja, já que o casamento começou lá; afirma, ainda, que a constituição é Católica. A Ministra afirmou que a Constituição é um reflexo da sociedade da época, não que a mesma seja católica. Tentando sair da discussão religiosa, a advogada do PGERJ (Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro) discorre sobre o aumento da violência contra os homossexuais e como o não reconhecimento de seus relacionamentos impulsiona o terrorismo.
Ademais, a advogada Mariana Vilela, aponta o pensamento de Freud como argumento, atestando que ficou chateada com ministro que a ofendeu; em suas palavras: “Não aprendi isso na televisão e no celular como o senhor disse, aprendi com meus pais e com meus livros”.
Com isso, a sessão seguiu naturalmente, dessa forma, não há novos argumentos. Desse modo, os advogados continuam estagnados e sem resoluções para a discussão do Comitê; cansados e desinteressados, os advogados expressam a demanda de estudar mais sobre, sendo necessário que argumentos novos sejam apresentados para que ocorra andamento da resolução acerca da união estável de pessoas do mesmo sexo.
Aos 83 anos, Paul McCartney prova sua genialidade com um dos discos mais profundos de…
O que te interessa em uma conversa? Reportagem por Maria Luíza Ramos Revisado por Rebeca…
Por dentro da copa de 2026: o jogo geopolítico do ICE e a manifestação do…
Um esquilo tem mais direitos do que uma menina no Afeganistão Artigo de opinião por…
Reportagem por: Maria Luíza Ramos Revisado por: Rebeca Bernardes Marques Publicado: Artur Pereira Mayrink Desenho…
Onde os Sonhos Aprendem a Voar Artigo de Opinião por Valentina Eloi Revisado por Amanda…
Utilizamos cookies
Entenda como utilizamos