Notícia

A veracidade das provas contra Fernando Pimentel

A veracidade das provas contra Fernando Pimentel

Notícia por Maria Luísa e Yasmin Cruz


Publicado por Mariana Freire

Simulação 360- etapa jurídica

No comitê do Superior Tribunal da Justiça (STJ) que discute acordos de leniência na operação lava jato, a Procuradoria Geral fala sobre a importância da colaboração premiada e afirma que é necessário a confirmação de outros para a denúncia da operação lava jato que envolve Fernando Pimentel. Durante o início da sessão, a esposa de Pimentel foi acusada de lavagem de dinheiro sem provas. Após essa acusação feita, a defesa do réu argumentou que o processo foi levado para um tribunal de primeira instância e alega a incompetência do juíz tornando as provas apresentadas nulas e infundadas em sua natureza. A defensoria pública rebate as afirmações feitas pela defesa do réu, afirmando a falta de provas concretas e fontes confiáveis.

No mesmo contexto, a ministra relatora questiona o porquê das provas apresentadas são consideradas achismo. O Tribunal de Contas da União(TCU) defende a veracidade dessas provas e concorda que não há irregularidades nos argumentos apresentados em um julgamento antes ocorrido no Supremo Tribunal da Justiça (STJ). O ministro presidente não se encontra satisfeito com essas falas e ainda questiona a falta de argumentos do Tribunal de Contas da União (TCU). A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) ganha voz e alega que a colaboração premiada é somente um acordo entre o réu e a justiça e afirma que as quantias de dinheiro recebidas são explicadas por empresas que estão no nome do acusado. Essa informação foi rapidamente rebatida pelo Ministério Público Federal (MPF) após apresentarem conversas em celulares e filmagens em código.

A defensoria do réu retorna ao seu argumento anterior, alegando a incompetência do juíz e questiona se as ações de Pimentel apresentam ilegalidade e se as informações divergem. O debate sobre a maleta de dinheiro que aparece em vídeos continua, sendo alegado pela defensoria do réu que essa mala pode ser apenas parte de seu trabalho, argumentando que o réu é economista e ações desse tipo podem ocorrer. O ministro presidente requereu uma reunião ministerial aberta para debater com seus colegas ministros sobre essa maleta.

Ao final da sessão, ainda se mantém a discussão a veracidade das provas. A Defensoria Pública da União (DPU) argumenta sobre a quebra de sigilo bancário e é mantido o posicionamento contra a colaboração premiada. 

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