A implementação de tecnologia e monitoramento no DF
Notícia por: Helena Heidrich
Revisado por: Beatriz Salther
Revisado por: Beatriz Salther
Publicado por: Sophia Di Lamartine
Dando continuidade aos debates, a deputada Thayse, favorável ao PL (Projeto de Lei), manifestou-se em defesa da proposta e acusou a deputada Isadora Fernandes de ter humilhado Gabriela Oliveira, autora do projeto, durante suas críticas. A declaração gerou uma discussão entre os parlamentares, especialmente após o pronunciamento da própria Fernandes. Em sua argumentação, também questionou o uso da expressão “cidadãos de bem”, presente no texto principal, apontando que o termo seria incoerente dentro do contexto da proposta.
Na defesa do Projeto, Ana Guilhermina recorreu ao exemplo de Singapura. A deputada mencionou que a cidade-Estado utiliza sistemas semelhantes ao apresentado no PL e argumentou que a adoção de uma tecnologia desse tipo poderia tornar mais eficiente a identificação de infrações relacionadas ao trânsito.
A diversidade de opiniões entre os parlamentares fez com que a sessão avançasse de forma mais lenta. Diante disso, o presidente João Cavalcanti interveio para reforçar que o foco das discussões deveria permanecer no parecer, e não nas intrigas que haviam ocorrido durante os debates. Além disso, destacou a importância de serem apresentadas propostas incisivas para a resolução das questões discutidas.
Thiago Vital, contrapondo-se diretamente ao argumento apresentado por Ana Guilhermina, destacou que o Brasil não possui recursos tecnológicos comparáveis aos dos países utilizados como referência, pela delegada. A partir dessa diferença, o deputado levantou dúvidas sobre a capacidade tecnológica brasileira e chamou atenção para a possibilidade de sistemas de inteligência artificial apresentarem erros recorrentes e potencialmente perigosos.
Mesmo com a lentidão que caracterizou boa parte da sessão, Thiago Calado adotou uma postura mais firme ao mencionar a Lei Geral de Proteção de Dados. Favorável ao parecer, o deputado demonstrou preocupação com o andamento dos trabalhos e reforçou a urgência de que os parlamentares apresentassem emendas. Thiago Vital concordou com a avaliação sobre a lentidão da sessão e acrescentou que a votação do PL seria necessária para garantir a qualidade da sessão.
Com os discursos ainda apresentando pouca objetividade na resolução das questões debatidas, decidiu-se suspender a sessão. O intervalo teria como finalidade permitir a discussão sobre o direcionamento dos votos de cada partido.
