Reportagem por Isabella de Oliveira Azevedo
Revisado por Eduarda D’Amorim Santos Guedes
Publicado por Emanuelle Ponte
Inicialmente, o comitê do Níger disse ser essencial a participação de países desenvolvidos no combate à crise humanitária do Sahel. Porém, também reforçou que todo o continente africano deve se juntar para combater as instabilidades.
Em seguida, houve uma oposição à ideia da Nigéria, de que países fora da África não deveriam ajudar no combate à crise do Sahel. Corroborando com esse pensamento, delegada do Marrocos negou que o continente africano precisaria de qualquer ajuda externa, declarando que os países conseguem combater essa crise sozinhos.
Por fim, entrou em pauta a preocupação de que qualquer pequena abertura que permita a participação de outros países nos conflitos do Sahel pode desencadear diversos outros problemas, de forma similar a como já ocorreu em uma outra ocasião, na Venezuela em janeiro de 2026.
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