Reportagem por Vitor Davi
Revisado por Helena Xavier
Publicado por Mariana Mota Lopes
Com o início da segunda sessão, a delegação francesa permanece na vice-presidência, porém a figura central da reunião agora é o Líbano.
A reunião inicia-se com um tratado de paz proposto pelos Estados Unidos e pelo Líbano, mas a falta de princípios e ideias desses países muda o foco das discussões. A França, revoltada com a ideia de extinção do estado israelense, sinaliza que a morte de civis é um obstáculo significativamente mais relevante comparado à ocupação territorial da região. O representante libanês condena Israel, e exige uma resposta das nações que não declaram seus posicionamentos diante do conflito. Nessa perspectiva, o Equador também manifesta sua insatisfação com a falta de posicionamento claro dos países da Organização das Nações Unidas ao não classificarem o Hamas como organização terrorista.
Na tentativa de pacificar as relações, o Chipre propõe outro acordo de paz a fim de resolver as questões territoriais e ainda aponta as discussões anteriores como genéricas e sem objetivo. O Irã declara apoio a uma campanha direcionada aos representantes francês e estadunidense, afirmando que pretende treinar e financiar grupos extremistas ligados ao Hamas. Essa declaração gera instabilidade no comitê, culminando em discursos críticos por parte dos EUA, China e Reino Unido, respectivamente. Durante seu discurso, o delegado britânico ainda questiona o rumo da discussão criticando a falta de foco nos tópicos da segunda sessão.
Diante desses eventos, Israel retoma o tema ressaltando que não ataca o Estado Palestino, apenas contém o terrorismo em massa na região. Por meio do seu discurso, a Líbia busca compreender a falta de investimentos voltados à assistência das comunidades fragilizadas pela guerra, nomeando como covardes os países beligerantes incitadores da violência. A representante russa critica Israel por atacar todo o território palestino destacando a diferença entre Hamas e Palestina.
Posteriormente, Líbano e Israel se propõem a criar um acordo. Entretanto, Israel exige o desarmamento e desmilitarização para a negociação, criticando a falta de critérios e de imparcialidade por parte dos países representantes. A acusação israelense causa discórdia e desarmonia na sessão, sendo necessária um momento de pausa.
A divergência de opiniões entre China e Rússia gera conflito, dividindo a sessão e distanciando-se do objetivo principal do comitê que é o consenso entre as nações. O representante do Irã ameaça atacar com bombas nucleares os países que expõem ideias incompatíveis com a política iraniana. Assim, a sessão termina sem uma resolução definitiva.
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