Reportagem por Brunna Alencar
Revisado por Mariana Amaral
Publicado por Mariana Mota Lopes
A delegação do Reino Unido expressa felicidade em anunciar que o documento de trabalho do comitê está sendo finalizado com sucesso, com o apoio de muitos países. O delegado do Equador afirma desconsiderar a repartição de um territorio nacionalista, pois caso aconteça será como a Conferência de Berlim, que dividiu o território alemão em dois estados. O delegado também sugeriu pensar em estratégias para evitar a repartição que pode causar conflitos. A delegação da China pede respeito a ONU (Organização das Nações Unidas), pois, de acordo com o delegado, Israel violou a Resolução 242 que foi criada em 1967 para exigir que as forças israelenses saíssem de territórios ocupados. A delegada da Rússia, que está desempenhando o papel de vice-presidente, fala que Israel quebra os acordos estabelecidos, e volta a citar a Convenção de Genebra, também se mostra a favor de criar propostas para a criação de dois estados coexistentes.
A delegada Maria Paula, da Rússia, afirma que negar o estado da Palestina é negar a existência do povo palestino, mas eles devem ser respeitados, portanto ela volta a expor sua opinião em relação a criação dos dois estados, para que esse povo não seja negligenciado. O delegado Thiago Vital, da França, questiona os países perguntando se Abraão, que é o patriarca para ambos países, ficaria contente com a matança generalizada que está acontecendo entre os países, e ainda acrescenta que o conflito não levará a nada, apenas ao extermínio dos dois povos.
A crise se inicia, ela se baseia no ataque que ocorreu durante a reunião, diversos mísseis foram disparados do território palestino em direção a Israel. O grupo Hamas se responsabilizou totalmente pelo ataque, mas foi confirmado que os projéteis foram disponibilizados à Autoridade Nacional Palestina, também foi constatado que os projéteis possuem tecnologia de infiltração russa. O debate foi aberto para que os delegados consigam discutir livremente sobre a crise e os tópicos que devem ser decididos. São esses: a punição do Hamas e da Autoridade Nacional Palestina; O controle do tráfico de armamento; e Os critérios para retirada das forças israelenses.
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