Reportagem por Brunna Alencar
Revisado por Mariana Amaral
Publicado por Mariana Mota Lopes
O segundo dia de reunião começou com intensos discursos. A delegação do Reino Unido afirma que o Chipre demonstrou imparcialidade entre os dois países, mas também se mostrou hipócrita, pois aparentemente está se mostrando defensor do Irã e acusou o país de oferecer recursos para os grupos terroristas continuarem atacando. A delegada da Rússia se mostrou eufórica e permanece com a ideia de refazer a resolução 171 da ONU (Organização das Nações Unidas), que foi a resposta para os conflitos militares entre Israel e Síria, também reitera que a Rússia sustenta que a violência e a quebra dos direitos humanos não são aceitas no Oriente.
A delegada Amanda Amaro, representante de Israel, afirma que o grupo Hamas está colocando os civis como escudos humanos e que as forças de defesa israelenses estão comprometidas. A delegação do Reino Unido supõe que os ataques de Israel devem ser mais controlados, e também relembra que a delegada de Israel disse que vai reiterar compromisso com a Convenção de Genebra, mas que essa convenção apenas reafirma o que está sendo feito e isso não está sendo satisfatório. O delegado Paulo de Toledo, do Chipre, alega que estão distorcendo os fatos sobre ele quando disseram que ele está sendo parcial em relação ao Irã, além disso afirmou que sim, se voluntariou a dar suporte para os envolvidos no conflito, mas que esse suporte não foi oferecido apenas aos palestinos.
Após 7 minutos de debate aberto para discutir a agenda, a lista de oradores continua sendo seguida. O delegado do Reino Unido demonstra grande tristeza em relação ao documento de trabalho, pois afirma que este está se tornando parcial. A delegação da Alemanha se impôs para dar coro ao discurso do Reino Unido, reafirma que o Irã é o principal investidor do Hamas, e concorda com a delegação que veio a propor um embargo comercial para que o Irã diminua seus investimentos e que caso isso não se realize é a favor de fazer bloqueio marítimo. O delegado do Chipre afirma que Israel é um país genocida, também volta a se defender afirmando que o Chipre é neutro e está do lado do povo, da vida humana, e que um dia todos vão pagar por seus erros.
Os delegados tiveram mais 6 minutos de debate aberto e após isso a Síria afirma que os Estados Unidos da América não se importam com o povo, mas apenas com o que o afeta, também expõe que o documento de trabalho apresenta tópicos que favorecem apenas Israel e prejudicam os palestinos.
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