Reportagem por Louise Lázaro Neto
Revisado por Eduarda Guedes
Publicado por Mariana Mota Lopes
Para começar o debate na sessão final do comitê do Conselho de Segurança, que visava debater armamentos nucleares, as delegações reunidas conseguiram desenvolver sete documentos de trabalho adicionais, totalizando treze documentos aprovados em todo o comitê. Os documentos discutiam, essencialmente, a prevenção do terrorismo nuclear, por meio do Escritório de Combate ao Terrorismo das Nações Unidas, a importância e a necessidade de assinar o Tratado de Proibição Total de Testes Nucleares e a criação de um sistema unificado, a fim de atingir transparência internacional. Além disso, falavam sobre o controle comercial de materiais físseis daquelas nações não signatárias do tratado de não proliferação e afirmavam que testes nucleares são apenas para momentos de crise.
Ao falar do debate, vale mencionar o delegado francês, João Rocha, com seu apelo pela diplomacia e suas declarações de que os Estados Unidos e Israel são as vítimas nessa situação de tensão global vivenciada. Além disso, as delegações da Etiópia e de Israel, representadas por Felipe Ramalho e Matheus Cruz, respectivamente, destacaram a necessidade de penalizar os países envolvidos nos conflitos nucleares, isto é, Irã e Coreia do Norte. As sugestões dos delegados defendiam, principalmente, a criação de sanções econômicas.
Ademais, o último momento da sessão funcionou quase como um debate aberto, marcado por discussões acaloradas com a finalidade de discutir a confecção de uma resolução favorável a todos. Ainda assim, havia quem discordasse da maioria, como a delegação da Argentina, representada por Antônio Mello, que enfatizou, mais uma vez, que defendia a rigorosidade e punições severas àqueles países que não cooperassem com os acordos estabelecidos. O restante dos delegados, em geral, manteve-se em conformidade.
Por fim, a resolução foi enviada ao secretariado e aprovada, faltando apenas 15 minutos para o fim do comitê. Em suma, as conclusões abordadas tratavam da redução gradual de arsenais nucleares, da limitação e supervisão de testes nucleares e da criação de um sistema global de transparência nuclear. O documento de resolução consolidou a vitória do comitê na busca pela paz mundial e o sucesso da diplomacia como agente solucionador das crises mundiais.
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