Resenha por Maria Fernanda Rezende Patusco em 26 de novembro de 2022
Publicado por André Guerino
Tendo em vista as obras da escritora Colleen Hoover, uma norte-americana que se formou em serviços sociais, exercendo a profissão por muitos anos até se tornar escritora, quando realizou a publicação de seu primeiro livro incentivada pela avó, notamos gêneros voltados ao romance e ficção, mostrando em vários dos seus livros histórias baseadas em fatos reais, como ocorre na narrativa “É assim que acaba”.
O livro trata da história de uma jovem mulher chamada Lily Bloom, que já nas primeiras páginas narra o velório do seu pai, no entanto, essa perda não foi algo trágico para ela, pois teve uma infância traumática, na qual o seu pai era extremamente violento com a sua mãe. Então ela muda-se para Boston onde abre uma floricultura e faz amizade com Alyssa. Marcando presença, o traço romântico na obra refere-se a um relacionamento passado que Lily expressa relendo cartas, no qual o seu amor era Atlas, morador do interior onde ela vivia, e o seu relacionamento atual com Ryle, um neurocirurgião. Mas por uma enorme coincidência, Alyssa era irmã de Atlas e eles se reencontram, causando desavenças entre ela e Ryle, o que passa de uma relação perfeita para algo tóxico.
Sob essa perspectiva, a autora cumpriu o papel de me prender na história, pois os personagens têm seus sentimentos muito bem narrados, o que me fez ter a impressão de estar na obra. Além de abordar essa temática da violência doméstica, julgamos muitas vezes as mulheres que não saem de primeira quando estão em um relacionamento abusivo, o que ocorre com Lily, que julgou a sua mãe pelo que passava e infelizmente teve que viver para entender o lado dela. O livro deixa a reflexão de que devemos ter empatia primeiramente conosco, trabalhar o amor-próprio e, também, de nos solidarizar com o próximo, para ajudá-lo a enxergar a situação de outra forma e conseguir sair dessa.
O Hobby Horsing é um esporte que simula o hipismo utilizando cavalos de pau, exigindo…
A matéria mostra como o Lollapalooza 2026 destacou a presença da cultura brasileira na música…
Desde a infância, meninas são ensinadas a “ser mulher”, internalizando padrões que moldam comportamentos e…
O Brasil é um país rico em cultura e possui a “brasilidade”, um conceito fluido…
Em votação histórica, a Assembleia Geral da ONU reconheceu o tráfico transatlântico de escravizados, o…
Mulheres no Afeganistão: Uma realidade de exclusão e resistência Reportagem por Luisa Luz Dias Revisado…
Utilizamos cookies
Entenda como utilizamos