Matéria por: João Miguel Cordeiro Borges
Revisado por: Giulia Vaz
Publicado por: Maria Carolina Viana Noleto
A 5ª sessão do Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU), apesar das adversidades anteriores, teve início de forma pacífica. No entanto, o clima mudou após a apresentação de uma proposta de resolução pelo delegado da Coreia do Norte. A delegada de Cuba criticou duramente o documento, alegando que ele não abrangia todos os países envolvidos no conflito e que havia sido elaborado de forma monopolizada.
A URSS respondeu afirmando que todos os países realmente necessários estavam contemplados no texto. Já o delegado da África do Sul, buscando promover a união, questionou quais pontos faltavam para a inclusão de outros países, mas não obteve resposta. Enquanto o delegado da França declarou que a situação em Cuba era responsabilidade do próprio país. Após essas discussões, as demais delegações tiveram acesso ao conteúdo da proposta de resolução.
A delegada de Cuba realizou modificações no documento, mas uma cláusula que previa indenização aos Estados Unidos pela revolta em Cuba foi mantida. A Turquia, apesar de discordar da retirada dos mísseis da OTAN em seu território, posicionou-se a favor da proposta. Após intensos debates, uma nova proposta de resolução foi redigida, o que gerou ainda mais alvoroço e evidenciou as divergências entre os países.
Diante do impasse, a delegação de Cuba solicitou uma nova suspensão da sessão, com o objetivo de comparar as propostas e buscar um acordo pacífico. Após a retomada dos trabalhos, uma versão final da resolução foi elaborada e aprovada, visando à manutenção da paz mundial.
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