Notícia por Valentina Teodoro Venâncio em 19 de Agosto de 2023.
Publicado por Fernanda Assis Queiroz.
O debate no comitê do Foro Privilegiado começou com a mesa dos ministros cedendo o tempo de fala para a PGR (Procuradoria Geral da República), visto que, no dia anterior, a última palavra foi dos advogados do réu. Entretanto, a PGR passou a fala para os advogados, dizendo que não tinham o que falar no momento. Ao receber a palavra, os advogados disseram: “já nos posicionamos ontem, já falamos o que tinha para falar e falamos por último, logo, vocês procuradores deveriam se posicionar também, já que tiveram tempo para se preparar.” Além disso, os advogados questionaram o que os procuradores fizeram durante o intervalo de tempo entre a segunda sessão e a terceira sessão.
Em decorrência da falta de discursos, foi necessário abrir espaço para o debate aberto. Dessa forma, tanto a procuradoria quanto os advogados deveriam fazer um discurso obrigatório de no máximo três minutos. Durante esses discursos, a forma como os advogados e os procuradores estão conduzindo o debate, foi criticada pela mesa de ministros e pelo secretariado.
Por fim, a terceira sessão voltou a seguir o debate normal não-obrigatório, onde tanto a PGR (Procuradoria Geral da República) quanto os advogados, possuem até quinze minutos de fala. E durante esse meio tempo, a atitude de alguns advogados e procuradores foi fortemente criticada pelo secretariado, já que estes riram em um momento sério de discussões.
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