Notícia por Luma Carvalho
Revisado por Rafaela Lessa
Publicado por Emanuelle Ponte
A terceira sessão do Supremo Tribunal Federal iniciou-se com os discursos dos representantes da Associação Nacional dos Procuradores da República. Os representantes defenderam, em sua fala inicial, que a legalidade deve ser respeitada acima de tudo e que todos os fatos julgados durante a sessão devem ser devidamente esclarecidos, para que não ocorram irregularidades no processo.
Os advogados ganharam destaque nos discursos posteriores, realizando suas sustentações orais. A advogada Amanda fez um pedido claro aos ministros: as falas do réu julgado não poderiam ser consideradas, pois foram retiradas de forma ilícita e, portanto, não deveriam ser utilizadas no julgamento. De acordo com Amanda, essas provas deveriam ser desconsideradas.
Além disso, os advogados encerraram seus discursos afirmando que buscavam garantir os princípios previstos no artigo 5º da Constituição Federal de 1988, bem como o princípio do juíz natural, que garante que ninguém será julgado senão por um juíz previamente estabelecido pela lei.
A penúltima sessão do STF foi marcada pelos discursos dos advogados, do Ministério Público e…
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